Monday, June 14, 2010
Tuesday, June 08, 2010
Maria da Conceição nomeada para o Prémio COTEC
Não é todos os dias que temos a oportunidade de privar com pessoas tão ricas como a Maria da Conceição.A "Maria", nome pelo qual é tratada por todos os seus amigos, tomou a iniciativa de ajudar crianças desfavorecidas em Dhaka, capital do Bangladesh.
Essa iniciativa, que iniciou em 2005, já lhe rendeu o título de Mulher do Ano nos Emiratos Árabes Unidos, prémio atribuído pela revista Emirates Woman em parceria com Abu Dhabi Commercial Bank.
A Maria nasceu em 1977 em Vila Franca de Xira, onde viveu até aos dois anos de idade. Cresceu em Avanca. Emigrou ainda em tenra idade.
É actualmente hospedeira de bordo na Emirates Airlines.
Está actualmente nomeada em Portugal para o prémio COTEC.
O percurso humanitário da Maria do Céu Conceição
Mais informações em the-catalyst.org
Monday, June 07, 2010
Gestores da Pioneer transformaram fecho da empresa numa oportunidade de negócio
O encerramento da fábrica da Pioneer em Portugal era um facto consumado, mas três gestores, um deles director-geral, conseguiram ver um pouco mais além.Compraram o equipamento da subsidiária e criaram uma nova empresa, que vai manter-se no ramo da electrónica e contratar os antigos trabalhadores. Querem deixar para trás a pesada herança da multinacional japonesa, que deixou 127 portugueses no desemprego, sem esquecer os erros do passado.
António Freitas, era, desde 1995, o responsável máximo da Pioneer em território nacional. Em Maio do ano passado, face à inviabilidade financeira da empresa, viu-se a braços com um cenário de despedimento colectivo, no qual também estava incluído. Nesse mesmo mês, juntou-se a quatro colegas para propor um management buy out [compra de capital por parte da gestão] ao grupo, antes que o fecho da fábrica se concretizasse.
Queriam ficar com o que sobrara de um projecto que a instabilidade económica tinha condenado. Mas, para isso, era necessário que a multinacional garantisse um número mínimo de encomendas à nova empresa, por um período de cinco anos. A resposta chegou em Junho. Foi negativa. "O nosso projecto previa a manutenção de 70 a 120 postos de trabalho, mas era preciso garantir uma quantidade mínima de vendas para que fosse viável", conta.
Os gestores desistiram. E, em Junho, comunicaram oficialmente aos trabalhadores o encerramento. Daí em diante, falar-se-ia apenas de falência e de desemprego nos corredores da fábrica no Seixal. Estavam em causa 127 postos de trabalho. No entanto, na cabeça de António Freitas, a ideia de aproveitar o legado da Pioneer ainda não tinha esmorecido. Por isso, falhado o management buy out (MBO), fez uma nova tentativa.
Uma questão de espaço
No final do Verão, juntou-se a outros dois gestores: Vítor Gomes, ex-director de produção, e Hélder Guerreiro, chefe de serviços de sistemas de informação. Nessa altura, já a empresa entrara na fase da venda de activos. "Por que não adquirir os equipamentos e criar uma empresa?", pensaram. E assim foi. O material estava a ser alienado a um preço atractivo e foi fácil cobrir as propostas dos licitadores. "Já tínhamos o conhecimento e ficámos com a tecnologia", diz o gestor de 52 anos.
Adquirido o equipamento, faltava criar a empresa. Mas, antes disso, era preciso lidar com outro dilema: o despedimento colectivo. Foi um processo moroso, até porque a Pioneer contratou uma empresa de outplacement [serviços de transição profissional], a Transitar, para apoiar os trabalhadores. Foi nessa tarefa que António Freitas esteve concentrado até ao final do ano.
"Em Janeiro deste ano, recomeçámos a trabalhar no projecto e, a 31 de Março, constituímos a empresa", afirma. Agora, só falta encontrar as instalações ideais, para compra ou arrendamento. Passo que esperam dar "até ao final de 2010". A razão por que esta questão pode demorar meses a ser resolvida tem muito a ver com a saída da multinacional de Portugal. É que uma das causas foi as despesas que a fábrica significava.
"O edifício foi projectado para ser rentável com 700 a 750 trabalhadores, com mais volume de produção. À medida que as encomendas foram diminuindo, isto tornou-se num problema", conta António Freitas. É por isso que a questão do espaço é tão importante. "Assim que encontrarmos o local certo, avançamos", garante. Se optarem pela compra, o projecto deverá significar um investimento de 1,5 milhões de euros no total.
"Aprender até morrer"
A componente física não é, no entanto, o único ensinamento que retiraram da experiência ao serviço da Pioneer. Sabem que, ao contrário do que a multinacional japonesa fazia, têm de trabalhar mais na diversificação dos clientes. A subsidiária portuguesa era, desde 2000, a única do grupo que produzia para terceiros, mas, ainda assim, esta área só pesava cinco por cento na facturação.
E depois há azares que não se podem prever. Como o que aconteceu à Pioneer, quando, depois de gastar um milhão de euros numa linha de produção que iria servir, a partir de Portugal, produtores de automóveis japoneses com projectos na Europa, os clientes desistiram e as expectativas de receitas da multinacional japonesa, que, no final de 2008, apresentava prejuízos de 3,4 milhões de euros, caíram por terra. "Estamos sempre expostos a estas surpresas. É aprender até morrer", sublinha António Freitas.
A empresa que criou, em conjunto com dois antigos colegas, vai continuar focada na produção de equipamentos de electrónica, mas com uma visão mais abrangente. Podem continuar a fabricar auto-rádios, mas não será o único produto. "Ainda estamos a estudar o mercado. Queremos focar-nos em equipamentos com garantia de qualidade e fiabilidade. Pode ser para o sector automóvel ou para o médico, por exemplo", avança. A ideia é explorar a Europa, procurando clientes "na Alemanha, França, Espanha, Reino Unido e Países Baixos".
Quanto a expectativas de facturação, António Freitas frisa que este negócio "não é para pessoas que querem lucro no curto prazo". Esperam atingir o break-even [fase em que as receitas pagam o investimento realizado] "não ao fim de cinco, mas ao fim de dez anos". Mas nem por isso pensam em desistir. Com eles, deverão levar ex-trabalhadores da Pioneer. "Entre 16 e 20 no início e, ao final de três anos, cerca de 60", assegura.
Enquanto estas ambições não se concretizam e as instalações ideais não aparecem, o gestor português continua ligado à multinacional japonesa que o contratou em 1995 para criar um projecto de raiz em Portugal. É que ainda falta vender a fábrica de auto-rádios no Seixal.
in Público
Friday, June 04, 2010
"Portugal não é Plano" por @jaimequesado
Segundo um estudo da ONU, em 2015 a Região da Grande Lisboa vai comportar 45,3% do total da população do país, tornando-se a terceira maior capital metropolitana da União Europeia, logo a seguir a Londres e Paris.Apesar da tónica colocada no desenvolvimento do interior, através de inúmeras acções de política pública, como é o caso do programa Pólos de Competitividade, o certo é que o tempo passa e Portugal parece não conseguir fugir ao destino de ser um país que ainda não conseguiu ser plano no jogo da grande competição global.
Os dados do estudo Prospectivas de Urbanização do Mundo, do Departamento dos Assuntos Económicos e Sociais das Nações Unidas, são muito claros.
Além dos 45,3% de concentração da população portuguesa na Grande Lisboa (aumentando o número de habitantes de 3,8 milhões em 2000 para 4,5
em 2015), também a Área Metropolitana do Porto vai ter um crescente peso na demografia portuguesa, destacando-se em 2015 claramente como a segunda maior área urbana do país com 23,9% do total da população.
Ainda segundo o mesmo estudo, nas zonas rurais permanecerão apenas 22,5% da população e nas outras áreas urbanas vão viver apenas 8,3% dos portugueses.
Apesar da relativa reduzida dimensão do país, não restam dúvidas de que a aposta numa política integrada e sistemática de cidades médias é o único caminho
possível para controlar este fenómeno da metropolização da capital que parece não ter fim.
O papel das universidades e institutos politécnicos, que, nos últimos 20 anos, foram responsáveis pela animação de uma importante parte das cidades do interior, está esgotado. A política pública tem a responsabilidade de dar o mote e marcar a agenda.
Iniciativas como as Cidades e Regiões Digitais, Acções Inovadoras de Base Regional, entre outras, têm tido o incontornável mérito de colocar estas temáticas na agenda nacional.
Mas engane-se quem pense que serão capazes por si só de alterar o panorama global. O que está verdadeiramente em causa em tudo isto é a assumpção por parte do país de um verdadeiro desígnio estratégico de alterar o modelo de desenvolvimento.
Neste contexto, a questão surge então - que Pólos de Competitividade deverá o país privilegiar e de que forma deverão ser operacionalizados ao longo do território?
São conhecidas nesta material várias experiências internacionais, que vão da Finlândia ao modelo francês, passando pelo modelo de organização consolidado nos últimos anos em Espanha, através das Regiões Autónomas.
Não há soluções universais e deve ser atenta nesta matéria
a particular especificidade do nosso país e as competencies centrais de que dispõe.
Seria muito mau para Portugal e para os portugueses que, em 2015, 45,3% da população se concentrasse na Grande Lisboa.
Portugal tem que lutar por ser plano e isso corresponde mais do que nunca a uma exigência colectiva.
É por isso fundamental que a aposta concreta em projectos de fixação de riqueza e talentos nas cidades médias portuguesas tenha resultado. É um objectivo que não se concretiza meramente por decreto. É fundamental que a sociedade civil
agarre de forma convicta este desígnio e faça da criação destas ‘Novas Plataformas de Competitividade’ a verdadeira aposta
estratégica colectiva para os próximos anos.
Só assim se conseguirá evitar que Portugal se torne um país ‘dual’, incapaz de consolidar uma coesão territorial e social essencial na estratégica de afirmação colectiva como um país desenvolvido no novo mundo global. O ano que agora começa vai ser decisivo nesta matéria.
Donde o percurso tem que ser claro. Tornar Portugal um país plano com uma participação assumida por parte das elites e uma convergência de todos.
Jaime Quesado, Gestor do Programa Operacional
Sociedade do Conhecimento
in Expresso, 6 de Janeiro de 2007
Testemunhos...
Sunday, May 30, 2010
Cidades Inteligentes
1. Quando, há um par de meses li Quente, Plano e Cheio (Thomas L. Friedman, Actual Editora) e, da pág 230 à pag. 242, li “como é que seria realmente viver numa revolução verde no ano 20 E.C.E – Era do Clima e da Energia”, pensei estar a ler a nossa nova utopia.Enganei-me. Aquilo a que Friedman chama a “Internet da Energia” está aí, sob o nome menos futurista de “Smart Grids” ou “Redes Inteligentes”.
O Governo Australiano (por exemplo) lançou, em Outubro de 2009, a iniciativa “Smart Grids, Smart Cities” (Redes Inteligentes, Cidades Inteligentes, Uma Nova Direcção para Uma Nova Era da Energia) com quatro grandes objectivos: redução de custos e da conta dos consumidores, acesso a uma rede e a energia mais fiável e de qualidade, habituação e participação dos consumidores numa redução efectiva de emissões de carbono e incremento da eficiência energética e das energias renováveis, “empowerment” (capacidade de decisão) dos consumidores e mais transparência nas suas escolhas.
(Em Évora a EDP instalou o chamado “contador inteligente”, num projecto piloto…)
2. “Smart Cities” está hoje a entrar no vocabulário político, nas políticas europeias, nacionais e das cidades.
Cidade Inteligente pode ser aquilo que se é, com graus e em patamares diferentes. Mas mais importante: Cidade Inteligente é aquilo que se deve querer ser. Este conceito assenta em seis eixos centrais:
- “Economia Inteligente”- (competitividade): espírito inovador, espírito empresarial e empreendedor, capacidade de transformação
- “Pessoas Inteligentes” : qualificação, disposição para aprendizagem ao longo da vida, pluralismo cultural, social, étnico, criatividade, cosmopolitismo (“open mind”), participação na vida pública.
- “Governância Inteligente”: transparência e participação nos processos de decisão, existência de estratégias públicas, …
- “Mobilidade inteligente”: acessibilidades locais e internacionais, transportes públicos seguros, sustentáveis e inovadores
- “Ambiente Inteligente”: atractividade das condições naturais e protecção ambiental, gestão ambiental sustentável, …
- “Vivência Inteligente”: equipamentos culturais, equipamentos educativos, condições de saúde, segurança individual, coesão social…
3. O nosso distrito é um distrito assente numa rede de cidades bem interessantes e, em conjunto, de grande potencial.
Parcerias para Redes Inteligentes, Cidades Inteligentes, precisam-se.
Para uma nova geração de políticas de cidade.
in O Ribatejo, Nelson Carvalho
Tuesday, May 25, 2010
Portal do Empreendedor
Trata-se de um projecto inovador que pretende abordar de forma simplificada mas abrangente o tema do empreendedorismo e do emprego, através da dinamização de uma plataforma web denominada Plataforma do Empreendedor e da realização de workshops.
mais informação no site da plataforma: Portal do Empreendedor
Friday, May 14, 2010
Regresso ao Campo
Como é a vida dos neo-rurais portugueses? Porque se decide ir viver para o campo?... Um documentário de Paulo Silva Costa, na RTP1
João Carvalho viveu onze anos em Londres. Teve êxito, mas fartou-se do frenesim citadino e dos horários das 9 às 5.
Optou por uma existência mais simples. Veio viver com a mulher e o filho recém-nascido para uma casa abandonada que descobriu através da internet e que comprou na Benfeita, em Arganil
Está a reconstruir a casa pelas suas próprias mãos. Só usa ferramentas manuais, e o mínimo de cimento ou de combustíveis fósseis.
O casal é vegetariano. Por isso, quando chega a hora de almoço, a mulher, Claire, tem apenas de descer às hortas abandonadas mais próximas para colher a próxima refeição. Também já fizeram vinho e cinquenta litros de azeite.
João desistiu propositadamente de uma vida com torradeiras e aquecimento eléctrico. Podia tê-la sem dificuldade, mas quer "viver com menos", como diz.
Claire e João são um exemplo de um grupo de novos rurais com crescente implantação nalguns partes esquecidas de Portugal, como é o caso da serra da Lousã ou do barrocal algarvio.
Os primeiros destes neo-rurais eram estrangeiros. Vinham de uma Europa Central então ameaçada por Chernobyl, à procura do últimos redutos naturais do Continente. Este movimento da populacão iniciou-se de resto já há décadas na Europa, mas só há pouco tempo ganhou alguma relevância social em Portugal.
Por cá, desde os anos quarenta do século passado que as migrações eram em direcção às cidades. Foi este êxodo rural que transformou Portugal num pais macrocéfalo, com um interior cada vez mais desertificado e a população concentrada no Litoral e sobretudo na área da Grande Lisboa.
"As pessoas abandonaram as áreas rurais e foram para as cidades à procura de trabalhos menos duros fisicamente, com remunerações mais elevadas ou pelo menos mais regulares, e à procura de melhores oportunidades para os filhos" - explica a geógrafa Teresa Alves, professora do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa.
Ir para a cidade era então visto como uma ascensão social, qualquer que fôsse a vida das pessoas lá.
Mas o mundo rural mudou muito nos últimos trinta anos. Os tractores substituiram o trabalho braçal, e os subsídios comunitários tornaram mais fácil viver no campo. Hoje em todo o lado há supermercados, a toda a parte se chega num instante graças às auto-estradas, e a internet tornou possível viver no campo mas trabalhar em funções que outrora só na cidade se podiam exercer.
Valorizaram-se também socialmente modos de vida desprezados num passado recente. E iniciou-se outra migração interna, a mudança para o campo dos ex-citadinos...
Agora, os geógrafos até já distinguem diferentes grupos destes "neo- rurais": há os que partem por motivação ecológica, os que na reforma regressam à terra natal, aqueles que se dedicam ao teletrabalho, e até os desempregados por causa da crise...
São algumas dessas pessoas que fizeram a opção de ir viver para o campo que o documentário vai encontrar.
Contata-se que os novos rurais portugueses são muitas vezes os netos ou os filhos dos que partiram para as cidades no século passado. Querem mudar de vida, tal como os seus pais e avós, mas têm outros valores.
"Valorizam o seu próprio tempo e modos de vida mais solidários" - conclui Teresa Alves - "e vão á procura de actividades em equilíbrio com a natureza. Também são pessoas que têm uma cultura de território, e que buscam um lugar específico onde possam ser felizes".
Um documentário de Paulo Silva Costa, com imagem de Rui Lima Matos, genérico de Pedro Cerqueira, edição de João Gama, sonorização de Luís Mateus e produção de João Barrigana.
Estreia na RTP1, 17 de Abril, às 21h15m.
52 min, © RTP 2010
Monday, May 10, 2010
Saturday, May 08, 2010
Projecto Pé de Fé: Transformar a passadeira vermelha numa causa social

Com a visita do Papa Bento XVI a Portugal, um grupo de pessoas decidiu perpetuar a memória da visita criando registos a partir de pequenos quadrados da alcatifa utilizada nas cerimónias oficiais.
E alguém se lembrou de associar essa ideia a uma causa social.
Vender os pequenos quadrados da alcatifa utilizada nas cerimónias oficiais e utilizar os lucros da operação para apoiar projectos sociais. Ajudando pessoas carenciadas a ter um tecto, roupa, comida, cuidados básicos de saúde… A minorar a dor dos que sofrem, dos que se sentem mais sós.
Catarina Holstein, professora da Universidade Católica Portuguesa, propôs a João Albuquerque e Ana Perestrello, alunos daquela universidade, que fossem coordenadores de toda a operação.
A adesão de vários parceiros a esta causa social foi imediata, contando com o apoio pro-bono das entidades que venham a associar-se a esta iniciativa.No desenrolar deste projecto surgiu a ideia de criar a marca “Pé de Fé”.
Os resultados obtidos através da distribuição dos registos “Pé de Fé” vão ser usados para apoiar projectos de empreendedorismo e inclusão social, com a supervisão do Instituto de Empreendedorismo Social.
Para que isto seja possível e se torne realidade são necessárias pessoas para ajudar a PROMOVER, PRODUZIR e DISTRIBUIR ou para contribuírem com os seus donativos.
Projectos como este são a prova de que todos juntos vamos mais longe e de que existem pessoas capazes e disponíveis na nossa sociedade para ajudar quem mais precisa.
Equipa, Parceiros e Apoios
· Ana Perestrello
· Miguel Castelo Branco
· João Albuquerque (na foto)
· Leonor Gomes
· Manuel Forjaz
· Miguel Alves Martins
· Miguel Bragança
· Nuno Gonzaga
· Susana Ferreira
· Teresa Seabra Pereira
Entidades
· Easy Bus/Grupo Barraqueiro
· Euro RSCG Design
· Hero
· Ideiateca Consultores
· Instituto de Empreendedorismo Social
· Transporta
Toda a iniciativa está detalhadamente exposta neste blog onde pode ser acompanhada, com total transparência, toda a gestão do projecto.
Em caso de dúvida, DISPONIBILIDADE ou AJUDA envie um mail: registo.pedefe@gmail.com
Friday, May 07, 2010
Falhar, o segredo para o sucesso
Fomos ao blog Startupi pescar as frases mais sonantes de Niklas Sennström, empreendedor sueco, co-fundador do Skype e de mais algumas criações online.
Reproduzimos algumas frases enviadas via twitter pelo Diego Remus durante a conferência no INSPER, Brasil.
perca o medo de falhar
empreender não é emprego, mas estilo de vida
empreendedores não querem apenas impactar o mundo, mas também receber dinheiro
dê uma chance aos seus sonhos, mesmo se isso significar que talvez você falhe
há mais de 1,5 milhão de pessoas ganhando a vida vendendo coisas no eBay
governos, empreendedores e empregados não deveriam temer riscos, pois eles nos tornam
vencedores auspiciosos
empreender tem muito a ver com falhar e tem gente que usa isso como desculpa para não fazer (RT @BobWollheim)
a base da pirâmide pode ser a fonte de novos ciclos econômicos, desde que se abrace o risco
“pessoas são o melhor tipo de capital
se não há mercado, não há negócio
falhar é simplesmente a oportunidade de começar novamente, dessa vez com mais inteligência”(citação de Henry Ford, RT @marinamiranda)
as pessoas acham que os empreendedores são aqueles que não conseguem emprego, mas eu tinha um
mesmo grupos grandes e tradicionais tiveram um início empreendedor
e daí, se você falhar? Você aprendeu algo, talvez tanto quanto na faculdade
falhar é a forma mais intensiva de fazer pesquisa de mercado
Friday, April 30, 2010
O fim anunciado dos escritórios
Se o vídeo matou a estrela da rádio, a Web 2.0 poderá vir a matar os escritórios convencionais: de acordo com um estudo no qual participou a Microsoft, a recessão, os dispositivos móveis e a geração que está a crescer com as redes sociais irá revolucionar o mundo do trabalho - haverá cada vez mais pessoas a trabalharem a partir de casa ou remotamente, poupando às empresas os custos de manutenção de um lugar fixo de trabalho. Com o fim anunciado dos telefones de secretária, poderão as próprias secretárias desaparecer?
De acordo com a Computer Weekly, o estudo - produzido por académicos, think tanks do sector público britânico e o Institute of Directors (uma organização britânica que luta pelos interesses dos directores de empresas) - poderá vir a ter um impacto profundo na organização das empresas. Cada vez mais o objectivo será o de dar liberdade de movimentos aos directores das empresas e aos seus funcionários, especialmente daqueles que trabalham no sector das novas tecnologias.
As empresas usarão a tecnologia para se descartarem dos seus escritórios fixos e possibilitarem ao seu pessoal o acesso a escritórios em edifícios partilhados (com outras empresas), ou permitindo-lhes trabalhar de onde quiserem, prevê o relatório.
“As poupanças no curto prazo centrar-se-ão no espaço de escritório. Na melhor das hipóteses, apenas 55 por cento do espaço é ocupado em determinado momento, deixando 45 por cento do espaço por usar. Isso é o equivalente a 45 por cento do valor total que custa manter um escritório”, indicou Dave Coplin, que trabalha para a Microsoft Reino Unido.
Este estudo alerta ainda para os benefícios para a empresa resultantes do uso de redes sociais pelos seus trabalhadores, em vez de as tornarem inacessíveis. “Há aqui uma mensagem para as organizações que bloqueiam ferramentas como o Twitter. Não podem continuar a fazer isso, porque estão a restringir a actividade das pessoas. Confiem na segurança das vossas redes e afrouxem um pouco o vosso controlo”, disse Coplin.
O estudo prevê igualmente que se podem tornar comuns situações de trabalho em que há pessoas de várias empresas diferentes a trabalharem debaixo do mesmo tecto. Ao mesmo tempo que partilham o espaço, os trabalhadores podem igualmente partilhar ideias com pessoas de outros ramos de actividade, com benefícios para todos, prediz o estudo. “Isso já está a acontecer em cidades como Londres, Birmingham e Manchester. Há escritórios que não são detidos por nenhuma organização em particular. Há café, luzes e tomadas ligadas à electricidade”, indicou o mesmo responsável da Microsoft.
“Já temos vindo a falar da morte do telefone de secretária. Agora estamos a falar da morte da própria secretária. Não se trata apenas de trabalhar a partir de casa. Há muitas razões para se trabalhar a partir de um número variado de localizações”, frisou Coplin.
in Publico, por Susana Almeida Ribeiro
O fim anunciado dos escritórios
Um título sugestivo ao qual não podíamos deixar de fazer referência. O artigo é publicado na página web do Público e vai de encontro àquilo que já é conhecido dos nossos leitores. O texto começa com o seguinte parágrafo:
"Se o vídeo matou a estrela da rádio, a Web 2.0 poderá vir a matar os escritórios convencionais: de acordo com um estudo no qual participou a Microsoft, a recessão, os dispositivos móveis e a geração que está a crescer com as redes sociais irá revolucionar o mundo do trabalho - haverá cada vez mais pessoas a trabalharem a partir de casa ou remotamente, poupando às empresas os custos de manutenção de um lugar fixo de trabalho. Com o fim anunciado dos telefones de secretária, poderão as próprias secretárias desaparecer?"
(continua...)
Sunday, April 25, 2010
Small Towns Take On the Energy Giants
After selling off their electricity and gas networks to large energy corporations in the early 1990s, small towns in Germany are now banding together to buy back their energy infrastructure. Their bid to get into the energy market may provide opportunities to make money, but it also involves taking on the energy giants at their own game.The small German towns of Olfen, Ascheberg, Havixbeck, Billerbeck, Nordkirchen, Senden, Rosendahl and Lüdinghausen rarely make it into the headlines. That will soon change, however. The eight towns, located close to the city of Münster in western Germany, want to wrest away control of the electricity power supply in their region from German energy giant RWE.
Last summer, the towns set up a joint publicly owned electric utility company. In 2013, the group, together with a partner, wants to take over the local power grid from RWE. It is a struggle that pits the municipalities, with their combined population of 115,000, against the mighty RWE, which employs 65,000 people.
That local example reflects a nationwide trend. Ever since a group of public utility companies purchased the private utility Thüga from the Düsseldorf-based energy giant E.on for €2.9 billion ($4 billion) last fall, municipalities all over Germany have wanted to get into the energy business. "Every local authority which wants to act responsibly is looking into this issue at the moment," says Christian Marthol, a lawyer and energy expert with the Nuremberg-based law firm Rödl & Partner.
Indeed, it has been a long time since the opportunities for getting into the energy business have been as favorable as they are at the moment. In the next two years alone, roughly 2,000 license agreements, with which many cities and municipalities put their energy and gas networks into the hands of private energy companies in the early 1990s, will expire. Back then, many municipalities, which had traditionally owned their own utilities, regarded managing their own energy supply to be too much work and too costly. Selling off their networks seemed like an attractive source of revenue.
Now, however, many towns and municipalities have changed their minds. Electricity is once again regarded as an attractive investment, and electricity networks are seen as infrastructure which towns can use to make good money. Profit margins are often around 6 - 7 percent.
Going Green
Furthermore, buying back their energy networks offers towns and municipalities a chance to improve their carbon footprint. It allows them to buy environmentally friendly electricity on the open market, or produce it themselves, and then distribute it via their own power grids. "Many communities want to encourage the use of renewable energy and promote the construction of biogas facilities or solar energy plants," Marthol says. "Taking control of the energy network is just the first step. The second step often involves setting up a sales and marketing department and creating their own facilities for energy production."
Hamburg Energie, a public utility that was set up last year, is currently winning between 50 and 100 new customers each day. The energy it distributes comes from combined heat and power plants, hydroelectric power and its own wind- and solar-energy facilities. The utility might also take over the power grid when the concession contracts with Swedish energy company Vattenfall expire at the end of 2014. "The city is currently looking into that possibility," says Carsten Roth, a spokesman for Hamburg Energie.
Conflict between public utilities and private companies will be inevitable during the coming two years. It's likely that many municipalities will choose not to extend their license agreements with the energy giants. The energy companies are therefore trying to make a bit of extra money out of the grids before they lose control of them. During the period that the private sector has controlled municipalities' infrastructure, they have invested money to expand the distribution networks. Now they are asking the municipalities to pay a financial consideration in return.
Battle for Control
In the small town of Wolfhagen in the state of Hesse, negotiations between the municipal utility and E.on over repurchasing the grid have dragged on for more than five years. In Springe, near Hanover, E.on and the town fought in court over the value of the grid. On Lake Constance, where seven municipalities wanted to take over the power and gas networks from Energie Baden-Württemberg (EnBW), it took the intervention of the Federal Network Agency, the German electricity and gas regulator, to persuade the firm to hand back control.
The poker game with the energy behemoths is only one of many obstacles that municipalities have to negotiate on their way to becoming an energy provider. Nevertheless, many municipalities are determined to become players in the fiercely competitive market and are taking on the big guys, even though the energy giants have a massive headstart in terms of know-how.
The energy giants are fighting bitterly to win customers. There are also legal risks that municipalities need to take into account when taking control of networks: As yet, no legal precedent has been set regarding how to calculate the actual value of a power grid.
Complex and Costly
From a technical perspective too, taking over a network is no cinch. Separating the grids can be very complex and costly, explains says energy expert Christian Marthol. Additionally, municipalities often lack the necessary know-how to operate the power grid.
And they will face other significant challenges. For instance, the decentralized feeding-in of electricity from wind and solar facilities is rapidly increasing in Germany. This means that the energy supply becomes more erratic, and the grid has to be able to compensate for ever-increasing fluctuations. Upgrading to so-called "smart grids" that could deal with these kinds of challenges could cost billions of euros, however.
The energy giants are already warning their future competitors about the risks involved. "Municipalities that take over an electricity or gas network need to first of all pay the purchase price for the facilities," says RWE spokesman Wolfgang Schley. "They are taking on responsibility for a business that offers opportunities, but that also has technical and economic risks."
in Spiegel Online
Friday, April 23, 2010
Fundo EDP para a Biodiversidade
A EDP abriu a 22 de Abril, Dia da Terra, o período de candidaturas à edição 2010 – a terceira - do seu Fundo para a Biodiversidade. Os interessados poderão apresentar os seus projectos até 30 de Junho. O Fundo EDP para a Biodiversidade foi criado em 2008 e dotado então de um montante global de 2 milhões e meio de euros, a ser distribuído gradualmente até 2011. A edição deste ano, a exemplo do que aconteceu nas anteriores, disponibiliza uma verba de 500 mil euros para os projectos que vierem a ser distinguidos.
O Regulamento e as informações relevantes podem ser consultados no sítio da Fundação EDP na Internet, em www.fundacao.edp.pt (na página www.edp.pt/pt/
Para mais informações e apoio: fundobiodiversidade@edp.pt
Wednesday, April 21, 2010
Empreendedorismo e Inovação

Recomendamos a leitura de 2 artigos relacionados com inovação e empreendedorismo.
O primeiro, no blog Janela na Web da autoria de Jorge Nascimento Rodrigues, no qual alerta para a necessidade do sistema financeiro apostar no investimento para o fomento da inovação.
O segundo é um texto sobre os diferentes tipos de empreendedores no Brasil que bem pode ser adaptado a Portugal.
Foto: Helder J Barreto via Olhares.com
Tuesday, April 20, 2010
Switch Conference, 15 e 16 de Maio em Coimbra
SWiTCH na ESEC TV (RTP2) from SWiTCH Conference on Vimeo.
Switch is a 2-day conference to be held in the University of Coimbra (Portugal), on the 15th and 16th of May, 2010.The conference aim is to gather scientists, entrepreneurs, do-ers, thinkers, technologists and everyone in between to discuss the present and the future in a knowledge and idea sharing experience. It will be all about diversity (of ideas, people and themes) and will count on portuguese and international speakers.
Besides the conference itself taking place in the main room, there will be a startup competition (in Room 2) and stands & outside activities provided by our partners.
In depth
SWiTCH is a 2-day conference to be held in the University of Coimbra, Portugal , on the 15th and 16th of May, 2010. We do want, however, to make SWiTCH way more than a conference. We want to make it an authentic 2-day discovering experience. Attendees will get in touch with scientists, entrepreneurs, thinkers, do-er and everyone in between to share their knowledge, their experience and their ideias aiming to create awareness on scientific and technological matters, preparing us to a better defined future and a helthier society. We want and promote earth-shaking ideas, impossible breakthroughts and incredible life stories.
The conference will take place on a weekend to let those who are unable to leave work for the whole week to attend the conference sharing their experience and vision.
SWiTCH will have a main room where presentations will fully run from day 1 to day 2, a second room where the startup competition and deep discussions will take place and, finally, outside areas when all sort of fun activities will take place and where partners and sponsors stands will be located.
SWiTCH main theme will be “Web & Development” but our bet is on diversity. Diversity of cultures, ideas, discussions, persons and, of course, themes. You can find the full list of topics for this year’s conference here.
In the 2nd Room will take place the startup competition hosted by Webreakstuff. We want to act as a plattaform for networking, but also as as a way for you to meet with investors and to make your business project known by the crowd. The startup competition will sort out the best startups around and promote them with investors and media. Read more here.
We hope to host up to 400 persons in Coimbra to join this unique experience. The profile of our attendees, as the conference, is expected to be diverse. We will have entrepreneurs, scientists, thinkers, technologists among others.
Finally, all videos from SWiTCH presentations will be posted online so the wonderful insights our speakers will give you can also be shared with relatives, friends and everyone who opted to not join the SWiTCH experience.
Any other information may be requested to info@switchconf.com
